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Polícia Militar conduz três faccionados e apreende pistola e 65 munições

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Equipes do 6º Comando Regional da Polícia Militar prenderam dois homens e apreenderam uma adolescente, todos faccionados, por posse ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas, na tarde desta segunda-feira (26.1), em Cáceres. Com a quadrilha, a PM apreendeu uma pistola, 65 munições e porções de pasta base de cocaína.

Conforme o boletim de ocorrência, a PM realizava patrulhamento tático em busca de veículos de motoristas de aplicativos que estavam transportando membros de facções criminosas e receberam informações de que um suspeito estava vindo de Várzea Grande para Cáceres.

Os policiais montaram barreira e abordaram o veículo Fox Connect de cor prata, onde estava o suspeito. Na revista pessoal ao homem, os militares identificaram que ele era integrante de uma facção e encontraram uma pistola de calibre .9mm com três carregadores, totalizando 65 munições.

Questionado pela PM, o suspeito afirmou que residia em Cáceres e que estava buscando a arma de fogo para uso da facção em crimes que seriam realizados na cidade. O homem ainda indicou o endereço onde residia, junto de outros membros da facção que pertence.

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Os militares se deslocaram ao local informado pelo suspeito e encontraram mais um homem e a adolescente. Com a dupla, foram apreendidas 12 porções de pasta base de cocaína. Além disso, o homem encontrado no imóvel também seria suspeito de uma tentativa de homicídio registrada na cidade.

Diante da situação, os três suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados até a delegacia de Cáceres, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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