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Polícia Civil resgata cachorros abandonados e prende tutora em flagrante por maus-tratos

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¿Dois cachorros, que estavam vivendo em situação de maus-tratos em uma residência abandonada no bairro Morada do Ouro, em Cuiabá, foram resgatados nesta quinta-feira (6.2), em ação da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), com apoio da equipe de Bem-estar Animal da Prefeitura de Cuiabá.

A ação resultou ainda na identificação da tutora dos animais, que foi conduzida à Dema e presa em flagrante pelo crime de maus-tratos a animais.

As diligências iniciaram depois que a Dema recebeu denúncias de que dois cachorros, de raça indefinida, estavam sofrendo maus-tratos e foram abandonados na residência, que já não tinha mais moradores.

Em diligências no local, os policiais constataram a veracidade da denúncia, encontrando os animais sem ração e sem água, extremamente magros e sem cuidados. Os animais foram resgatados e ficaram aos cuidados da equipe do Bem-Estar Animal de Cuiabá.

Segundo o delegado responsável pela ação, Guilherme Pompeo, ficou comprovado que a mulher também está vivendo em situação de extrema vulnerabilidade e sem condições de cuidar dos animais.

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“A equipe da Dema está atenta a todas as denúncias de maus-tratos de animais, sendo as informações passadas pela população, fundamentais para caso como esses, que resultaram no resgate dos cachorros que estavam vivendo em situação de abandono e que certamente teria consequências mais graves, como a morte dos animais”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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