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Polícia Civil recupera três carretas de soja e identifica funcionário envolvido em furto

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Três carretas carregadas de soja foram furtadas de uma propriedade rural na região de fronteira foram recuperadas pela Polícia Civil, na terça-feira (11.04), em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade (521 km a oeste de Cuiabá) e Delegacia Especial de Fronteira (Defron).

Um funcionário da fazenda, que teve o envolvimento identificado na subtração dos grãos, foi interrogado e responderá em inquérito policial por furto qualificado pelo abuso de confiança.

As diligências iniciaram após a Polícia Civil ser acionada pelo proprietário da fazenda em Vila Bela da Santíssima Trindade sobre a saída de três carretas tipo graneleira, carregadas de soja, da sua propriedade sem o seu consentimento.

A vítima relatou que tomou conhecimento dos fatos, após o motorista de uma das carretas, que havia sido contratado para transportar os grãos, estranhar informações da nota fiscal, que indicavam como local de carregamento a cidade de Várzea Grande com entrega em Cuiabá. Outro fato que chamou a atenção do motorista, é que o carregamento da soja foi acompanhando apenas por um funcionário, serviço que geralmente é realizado por mais de uma pessoa.

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Suspeitando que o produto que estava transportando poderia ser furtado, o motorista entrou em contato com o dono da fazenda, que acionou a Polícia. As carretas foram apreendidas resultando em mais de 130,6 mil quilos de soja recuperada.

O funcionário da fazenda foi conduzido à Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade, onde foi interrogado pelo delegado João Paulo Berté e que como não estava mais em situação de flagrante, responderá em inquérito policial pelo crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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