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Polícia Civil recupera peças de roupas furtadas de loja em Barra do Garças

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Várias peças de roupas furtadas de uma loja em Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), foram recuperadas pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Adolescente (Dea) e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), na terça-feira (25.10).

A ação integrada faz parte do trabalho da “Força Tarefa Regional 155”, e resultou na prisão em flagrante de uma mulher, terceira integrante do grupo, por receptação. Além da identificação dos dois autores de furto.

Durante apuração das ocorrências de furtos qualificados registradas no centro da cidade, as equipes identificaram dois homens envolvidos no crime ocorrido na madrugada de 15 de outubro, em uma loja que se preparava para a inauguração.

Por volta das 4h da manhã, dois indivíduos em uma motocicleta chegaram no local, arrombaram o estabelecimento usando o instrumento chamado de pé de cabra, e subtraíram as peças novas de roupas do ponto comercial.

Diante dos indícios de autoria foi representado pela prisão preventiva dos dois investigados, bem como no decorrer das diligências os policiais civis conseguiram recuperar as peças de roupas furtadas que estavam na posse da suspeita.

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A mulher foi conduzida com os produtos apreendidos para delegacia, onde foi interrogada e autuada por receptação. Após a confecção dos autos, ela foi colocada à disposição do Poder Judiciário.
 

Com mais essa ocorrência esclarecida, sobe para 23 furtos praticados em casas comerciais de Barra do Garças, que tiveram autorias definitivas. As investigações continuam para localizar os outros dois indivíduos envolvidos.

Fonte: PJC MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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