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Polícia Civil prendeu homem envolvido em roubo em Ribeirão Cascalheira

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A Polícia Civil concluiu, nesta quarta-feira (22.10), o inquérito policial que investigava um roubo armado na zona rural. Um suspeito foi identificado e preso também por tráfico de drogas e receptação.

O caso teve início no dia 5 de outubro de 2025, quando dois criminosos invadiram uma fazenda armados e encapuzados e renderam três trabalhadores rurais. Na ação criminosa, eles tentaram subtrair tratores e maquinários agrícolas de alto valor. Uma das vítimas foi feita refém e amarrada pelos criminosos durante a ação.

A ação criminosa foi interrompida após uma das vítimas reagir à injusta agressão para se defender e também defender sua esposa, que estava sob ameaça de arma de fogo. Um dos suspeitos, de 42 anos, foi alvejado e morreu no local. O comparsa conseguiu fugir para uma área de mata.

Com base em reconhecimentos, diligências e cruzamento de informações, a Polícia Civil identificou o segundo envolvido, um rapaz de 25 anos com diversas passagens pela polícia. Durante o interrogatório, o investigado tentou apresentar um álibi, que se revelou falso.

Com o avanço das investigações, a Polícia Civil representou pela prisão temporária do suspeito e pela busca e apreensão. As ordens judiciais foram cumpridas no dia 18 de outubro de 2025. No local, foram apreendidos objetos relacionados à atividade criminosa, dentre eles drogas e um veículo roubado. O investigado foi preso em razão de mandado de prisão e flagrante por tráfico de drogas e receptação.

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A investigação foi conduzida pelo delegado Victor Donizete de Oliveira, com rigor legal e técnica policial investigativa, envolvendo análise pericial, provas testemunhais, diligências de campo e inteligência.

Foi uma resposta firme e integrada às ações criminosas que vinham ameaçando trabalhadores rurais e fomentando o tráfico local. O empenho conjunto das forças de segurança, incluindo importante colaboração da Polícia Militar nas informações iniciais, reafirma que o crime não terá espaço em Ribeirão Cascalheira”, disse o delegado.

Concluídas as investigações, o investigado foi formalmente indiciado pelos crimes de roubo qualificado na forma tentada, tráfico de drogas e receptação de veículo produto de crime, permanecendo segregado cautelarmente em razão de prisão preventiva regularmente decretada. Os autos foram remetidos ao Poder Judiciário para as demais providências legais.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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