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Polícia Civil prende traficantes em residência utilizada por facção criminosa em Nova Xavantina

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Dois homens flagrados em posse de grande quantidade de entorpecentes e outros materiais de origem ilícita foram presos em flagrante pela Polícia Civil, na terça-feira (16.01), durante investigações da Delegacia de Nova Xavantina para apurar crimes de furto qualificado e tentativa de homicídio ocorridos no município.

Os suspeitos de 28 e 33 anos estavam em uma residência, possivelmente utilizada por integrantes de uma facção criminosa para planejamento e ocultação de produtos de crime e foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Os policiais da Delegacia de Nova Xavantina estavam em diligências para apurar crimes de furto qualificado e tentativa de homicídio, ocorridos no final do ano de 2023 e início de 2024, quando receberam informações sobre uma chácara, na beira do Rio das Mortes, que era utilizada por membros de facção criminosa para prática de crimes e para ocultação de entorpecentes, armas e munições.

Durante as investigações, também foi levantada a informação de que os integrantes da facção estavam em posse de três motocicletas, sendo uma delas, localizada em um endereço conhecido da polícia devido ao intenso tráfico de entorpecentes.

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Diante das evidências, os policiais realizaram a abordagem à residência, onde além da motocicleta foram encontradas diversas porções de entorpecentes, entre maconha e pasta base de cocaína, balança de precisão, material utilizado para embalo da droga¿, dinheiro trocado, característico da atividade de tráfico¿, além de diversos objetos, como bonés, frascos de perfume, relógio, e aparelho de televisão, sem comprovação de origem.

Todo material ilícito encontrado na casa foi apreendido, e os dois suspeitos que estavam no local foram conduzidos à Delegacia de Nova Xavantina, onde após serem interrogados foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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