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Polícia Civil prende suspeitos de roubo e estelionato

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Dois homens, de 29 e 28 anos, foram presos pela Polícia Civil, suspeitos de roubo e estelionato, em Várzea Grande. A dupla foi detida na tarde deste domingo (22.6), um dia após a ação criminosa.

Os criminosos estavam em uma moto Titan, de cor preta, quando renderam a vítima, um homem de 55 anos, no momento em que estacionou seu caminhão no pátio de um posto de combustível, na Rodovia dos Imigrantes, perímetro urbano de Várzea Grande.

A dupla abordou a vítima no instante em que ela caminhava à pé até sua residência. O suspeito que estava na garupa da moto levantou a camiseta, mostrando a arma na cintura, fazendo com que a vítima entregasse seus pertences e saísse correndo.

Entre os produtos roubados havia o celular da vítima, que passou a ser utilizado pelos criminosos para a prática de crimes de estelionato. Assim, eles fingiam ser a vítima, solicitando transferências bancárias, por meio de pix, a pessoas listadas na agenda de contatos existentes no celular. Com isso, os criminosos fizeram novas vítimas, dentre elas, amigos e familiares da vítima, conseguindo subtrair certas quantias em dinheiro dessas pessoas.

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Diante do fato, a vítima do roubo procurou a Delegacia de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), que iniciou diligências no intuito de identificar e prender os suspeitos. Com investigações foi possível chegar na localização e prisão dos suspeitos, na região do bairro Colinas Verdejantes, em Várzea Grande.

A dupla deve responder por roubo majorado e associação criminosa. Os dois foram conduzidos até a delegacia para as demais providências legais cabíveis.

A Polícia Civil segue com a investigação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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