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Polícia Civil prende suspeito envolvido em pelo menos sete furtos em comércios em Confresa

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Um homem envolvido em diversos crimes de furtos qualificados no município de Confresa (1.060 km a nordeste de Cuiabá) foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (16.01), após ser flagrado em posse de diversos materiais furtados dos comércios. O suspeito confessou a participação em, pelo menos, sete furtos ocorridos na cidade.

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa iniciaram com o objetivo de apurar e reprimir diversos casos de furtos ocorridos no município no último mês. Em aproximadamente 20 dias, foram contabilizados mais de 15 furtos no município, sendo que o suspeito utilizava de escalada aos telhados para furtar os estabelecimentos.

Nesta ação, a equipe da Derf havia recebido duas queixas de furtos ocorridos em menos de 24 horas, sendo um em uma padaria e um em uma loja de roupas no município. Diante dos fatos, os policiais saíram em diligências, colhendo provas e conseguindo avistar um homem com as roupas semelhantes às que o suspeito utilizava durante os furtos.

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Os policiais realizaram a abordagem do suspeito em uma construção, onde ele dormia sem permissão, sendo posteriormente constatado que ele também utilizava o local para armazenar objetos subtraídos dos estabelecimentos comerciais do município.

No local, os policiais localizaram caixa de som e celulares. Questionado, o suspeito confessou os dois furtos praticados na padaria na loja de roupas da cidade e ainda relatou que passou a um receptador o restante dos objetos subtraídos. Além dos dois crimes, o suspeito confessou a autoria de outros sete furtos ocorridos no município.

Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Derf de Confresa, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante pelo crime de furto qualificado pelo arrombamento, além de ser investigado em inquérito policial pelos crimes anteriormente praticados.

Fonte: PJC MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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