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Polícia Civil prende suspeito de envolvimento em golpes de estelionato pela internet em Cuiabá

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, em ação para apurar crime de estelionato pela internet, cumpriu na manhã desta segunda-feira (10.10), mandado de busca e apreensão domiciliar, em um local identificado como possível “escritório do crime”, no bairro Ribeirão do Lipa em Cuiabá.

A ação resultou na prisão em flagrante de um homem, que exerce um cargo comissionado em órgão público. O suspeito foi autuado pelos crimes de estelionato e falsidade de documento.

As investigações iniciaram após a vítima procurar a Delegacia de Estelionato, informando que uma pessoa não identificada adquiriu um celular em seu nome, não sendo a compra realizada por ela. Com base em documentos apresentados pela vítima, a equipe da Polícia Civil iniciou as investigações conseguindo identificar o endereço onde o celular foi entregue.

Diante dos fatos, o delegado Herbert Yuri Figueiredo Rezende, representou pelo mandado de busca e apreensão no endereço, que foi deferido pela Justiça e cumprido na manhã desta segunda-feira (10), pelos policiais da Delegacia de Estelionato.

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No local, foram apreendidos vários celulares e documentos falsos, havendo informações da portaria do prédio de que inúmeras pessoas frequentam o endereço, “tratando-se provavelmente de “escritório de crime” para aplicação de golpes de estelionato”, explicou o delegado.

O proprietário do imóvel, que trabalha como servidor comissionado em um órgão público, estava no local no momento da ação e foi encaminhado à delegacia, onde após ser interrogado, foi lavrado em flagrante.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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