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Polícia Civil prende receptador e recupera celular furtado em Rondonópolis

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, nessa quarta feira (20.05), um homem, de 29 anos pelo crime de receptação, durante diligências investigativas relacionadas ao furto de celulares ocorrido em uma loja em Rondonópolis, registrado no dia 27 de abril de 2026.

Na ocasião do crime, foram subtraídos três aparelhos celulares. Após o início das investigações e levantamento de informações realizado pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, os investigadores conseguiram localizar um dos aparelhos furtados em posse do suspeito.

Questionado pelos policiais civis sobre a origem do aparelho, o homem alegou ter recebido o celular como presente de aniversário de um amigo, porém afirmou não saber informar o endereço ou local de trabalho dele.

Segundo o suspeito, dias antes o amigo perguntou o que ele gostaria de ganhar de aniversário e, após ele responder que queria um celular, foi orientado a buscar o aparelho com um terceiro indivíduo em frente a uma empresa em Rondonópolis.

O investigado relatou ainda que não conhece a pessoa responsável pela entrega, afirmando apenas que manteve contato por telefone e aplicativo de mensagens para combinar o local onde o aparelho teria sido entregue.

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Diante dos fatos e dos indícios constatados durante as diligências, o suspeito foi conduzido à Delegacia Especializada de Roubos e Furtos para os procedimentos legais cabíveis.

“A ação integra o trabalho contínuo da Polícia Civil no combate aos crimes patrimoniais, reforçando o empenho investigativo das equipes na recuperação de objetos subtraídos e na responsabilização criminal dos envolvidos em crimes de furto e receptação”, disse o delegado Fabricio Garcia Henriques.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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