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Polícia Civil prende proprietário de comércio por importunação sexual em Alto Taquari

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O proprietário de um comércio de peças de aparelhos celulares suspeito de importunação sexual contra uma cliente, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na sexta-feira (04.04), em Alto Taquari (479 km ao sul de Cuiabá).

O suspeito, de 27 anos, foi preso pelos policiais civis no momento em que fechava o estabelecimento e foi autuado em flagrante pelo crime de importunação sexual.

As diligências iniciaram após a vítima procurar a Delegacia de Alto Taquari comunicando o crime, ainda em estado de choque com a situação. Segundo as informações, a vítima foi até a loja para em busca de uma peça para o seu celular, ocasião em que havia outro cliente sendo atendido.

Quando o outro cliente foi embora, o dono do estabelecimento foi para uma sala no interior da loja e quando retornou estava com o órgão genital exposto, conversando com a vítima como se nada estivesse acontecendo.

Durante a situação, o outro cliente retornou à loja, ocasião em que o suspeito entrou para os fundos da loja e voltou para a frente com o órgão genital recolhido, continuando o atendimento da vítima e da outra pessoa que estava no local.

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A vítima saiu do estabelecimento e procurou a delegacia, ocasião em que os policiais saíram em diligências e conseguiram prender o suspeito no momento em que ele fechava a loja. Ele foi conduzido à Delegacia de Alto Taquari onde foi autuado em flagrante pelo crime de importunação sexual, podendo pegar pena de 1 a 5 anos de prisão.

Após os fatos, o suspeito foi encaminhado para audiência de custódia na sexta-feira (01.04), sendo liberado mediante fiança no valor de R$ 8 mil e responderá pelo crime em liberdade.

A Polícia Civil continua as investigações, uma vez que há informações sobre outros dois casos de importunação sexual praticadas pelo suspeito, em que ele teria agido da mesma forma.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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