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Polícia Civil prende mais um foragido por estupro de vulnerável em Cuiabá

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Mais um autor de estupro de vulnerável teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (04.6), dentro dos trabalhos da Operação Araceli, deflagrada pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica).

O suspeito, de 47 anos, estava com mandado de prisão preventiva decretado pela Décima Quarta vara Criminal de Cuiabá, pelo crime de estupro de vulnerável.

O crime ocorreu no ano de 2022, ocasião em que o investigado abusava sexualmente da sua enteada de apenas 8 anos de idade. Segundo relatos da vítima, o padrasto aproveitava os momentos em que não havia ninguém em casa para praticar os abusos.

Assim que tomou conhecimento da ordem judicial em aberto, os policiais da Deddica iniciaram as diligências, conseguindo localizar o foragido na região do bairro João Bosco Pinheiro.

Após ter o mandado de prisão cumprido, o suspeito foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Operação Araceli

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A operação da Deddica recebeu o nome de “Araceli”, em referência à menina Araceli Crespo, brutalmente assassinada em 18 de maio de 1973 — data que marca nacionalmente o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

A operação é realizada no contexto da Operação Caminhos Seguros, realizada em alusão à Campanha Maio Amarelo, dedicada ao mês de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Com a prisão do condenado, já foram seis mandados de prisão cumpridos pela Deddica, dentro da operação contra autores de abusos infantis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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