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Polícia Civil prende homem que aplicou golpe do Falso Pix em comércios de Comodoro

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Um homem suspeito de atuar com o golpe do “Falso Pix” em comércios de Comodoro (644 km a Oeste de Cuiabá) foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na quinta-feira (27.04), em ação dos policiais da Delegacia do município. O suspeito, de 29 anos, confessou que aplicou vários golpes em estabelecimentos da cidade e foi autuado em flagrante por estelionato.

As investigações iniciaram na quarta-feira (26) após os policiais da Delegacia de Comodoro receberem vários registros de ocorrência do golpe do Falso Pix, tendo como suspeito um homem que estava realizando compras no comércio local, fazendo pagamento via pix, porém os valores não eram creditados na conta dos credores.

Durante as oitivas das vítimas, foi possível coletar informações sobre as características físicas do suspeito e o seu modo de ação. As fraudes praticadas pelo jovem foram constatadas por meio de documentos trazidos pelas vítimas como notas de compras que não apareciam os valores em seus extratos bancários.

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Na manhã de quinta-feira (27), por volta das 08 horas, a Delegacia de Comodoro recebeu a informação de que o suspeito cometeu mais um golpe, desta vez, em uma padaria e que estaria em busca de uma passagem de ônibus para ir embora da cidade.

Na Padaria, o suspeito consumiu o valor de R$ 12,00 e pagou via pix, porém o dono do estabelecimento ao conferir sua conta e observou que o pagamento não havia sido realizado e questionou o jovem, que disse que iria ao hotel para buscar o dinheiro e não retornou.

Os policiais saíram em diligências em busca do suspeito, que foi localizado no bairro Nossa Senhora de Fátima. Em checagem no sistema, foi verificado que ele possui uma extensa criminal com passagens por roubo, estelionato, falsidade ideológica, entre outros.

O suspeito foi conduzido à delegacia, onde ao ser interrogado, confessou a aplicação dos golpes e como agia para fazer as compras mediante pagamento de pix. Diante dos fatos, foi lavrado o flagrante por crime de estelionato, sendo posteriormente o suspeito encaminhado para a Cadeia Pública de Comodoro, ficando à disposição da Justiça.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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