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Polícia Civil prende homem por ameaçar e lesionar mulher com uma faca em Lucas do Rio Verde

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Um marido suspeito de agredir e ameaçar a esposa em Lucas do Rio Verde, região norte do Estado, foi preso pela Polícia Civil, na segunda-feira (27.06), durante atendimento da ocorrência de lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar.

O suspeito de 46 anos foi autuado pelos crimes de ameaça, desacato, resistência e desobediência, após ser abordado pelos policiais civis na casa do casal, no bairro Jardim Primavera.

No domingo (26) a vítima procurou a Polícia Civil para relatar que, ao chegar em casa encontrou seu marido alterado que começou a ofender com palavras de baixo calão, além de proferir ameaças de morte.

O suspeito de posse de uma faca foi em direção a vítima, a qual ao se defender acabou sendo lesionada no rosto. Na delegacia a comunicante representou contra o agressor e requereu pelas medidas protetivas de urgência.

Em seguida uma equipe foi até a casa da vítima de violência doméstica, com a finalidade de acompanhá-la para que ela retirasse os seus pertences, até que a Justiça decretasse a medida cautelar de afastamento do agressor do lar.

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No local foi informado ao suspeito acerca da situação, bem como solicitado para ele cumprisse a ordem em virtude do contexto de violência doméstica, em que a vítima estava amparada pela Lei Maria da Penha.

Na ocasião o marido passou a ser agressivo e a falar na presença dos policiais civis, que colocaria fogo na casa e mataria a esposa, concretizando as ameaças feitas. Diante da reação do investigado a equipe deu voz de prisão.

Ao ser detido o suspeito tentou resistir a prisão e passou a ofender e ameaçar de morte os investigadores. Na delegacia também foi necessário o uso da força moderada para colocar o conduzido na cela.

Após ser autuado em flagrante por ameaça, desacato, resistência e desobediência, o preso foi apresentado e colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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