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Polícia Civil prende homem por agredir a companheira e por fazer uso de documento falso

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A Polícia Civil de Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá), por meio do Núcleo de Violência Doméstica e Crimes Sexuais, prendeu em flagrante nesta quarta-feira (04.05), um homem por lesão corporal e ameaça no âmbito da Lei Maria da Penha.

O suspeito de 38 anos também foi autuado pelos crimes de uso de documento falso e falsidade ideológica.

As diligências iniciaram logo após a vítima de 26 anos comparecer na Delegacia de Polícia para registrar a ocorrência. Ela contou que foi agredida fisicamente pelo companheiro, com tapa na cara e puxão de cabelo, e ainda foi ameaçada de morte.

Ao procurar a Polícia Civil a vítima manifestou o interesse de representar criminalmente pelas ameaças sofridas, bem como requereu as medidas protetivas estabelecidas na lei de crimes de violência doméstica e familiar.

Conforme a mulher, o suspeito é bastante ciumento ao ponto de não deixar ela ter amizade com ninguém, e não gosta que a companheira frequente academia de ginástica. Ao ser ouvida, a vítima contou que sempre é agredida pelo companheiro e está cansada de sofrer.

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Ato contínuo os policiais civis realizaram buscas e localizaram o suspeito que é natural do Estado da Bahia. Durante a abordagem, ele não apresentou nenhum documento de identificação impresso, apenas mostrou pelo celular a foto de uma carteira nacional de habilitação (CNH) em seu nome.

No entanto, foi solicitado apoio à Polícia Civil baiana para confirmar a verdadeira identidade do suspeito, ocasião em que foi descoberto que os  dados que constavam na suposta CNH pertencia a outro homem.

Questionado, o suspeito assumiu que a CNH com a sua foto possuía dados pessoais falsos, e havia adquirido o documento falso em São Paulo pelo valor de R$ 2,5 mil.

Diante dos fatos, o agressor foi conduzido até a Delegacia de Sorriso, interrogado e autuado em flagrante por lesão corporal e ameaça no âmbito da violência doméstica e familiar, e por uso de documento falso e falsidade ideológica.

Após a confecção dos autos, o preso foi apresentado e colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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