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Polícia Civil prende homem envolvido em execução de jovem dentro da rodoviária de Rondonópolis

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Policiais da Delegacia de Homicídios de Rondonópolis prenderam, na manhã desta segunda-feira (30.09), um dos envolvidos na execução do jovem Henrique Ferreira Fontoura Martins, de 24 anos. O crime ocorreu no dia 17 de junho deste ano.

Henrique estava no terminal rodoviário da cidade, aguardando embarque, quando uma pessoa armada se aproximou e fez vários disparos contra si. A vítima morreu ali mesmo, sem que tivesse qualquer chance de defesa.

Após os disparos, o atirador entrou em um veículo Gol vermelho, que o aguardava nas proximidades da rodoviária, e fugiu.

A equipe da DHPP realizou várias diligências e identificou três pessoas envolvidas no homicídio – o atirador, a pessoa que fez o monitoramento da vítima no interior do terminal rodoviário e o motorista que deu fuga ao atirador.

A Polícia Civil representou pelas prisões temporárias dos três envolvidos já identificados, que foram decretadas pelo juízo da 1º Vara Criminal de Rondonópolis.

Nesta segunda-feira, a equipe da delegacia especializada cumpriu mandados de busca e apreensão domiciliar e de prisão temporária contra G.C.D.A.J, de 26 anos. Ele foi a pessoa que fez a vigilância da vítima dentro da rodoviária.

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Imagens do circuito interno do terminal mostram G.C.D.A.J observando a vítima e, depois, fazendo contato com os ocupantes do veículo Gol momentos antes de Henrique Martins ser executado. As imagens mostram o investigado fotografando a vítima no salão de embarque da rodoviária.

Durante o cumprimento dos mandados, G.C.D.A.J. resistiu à prisão e entrou em luta corporal com a equipe policial, mas foi contido. Interrogado na delegacia, ele permaneceu em silêncio.

Veículo usado na fuga dos envolvidos no homicídio

O veículo utilizado para dar fuga ao atirador foi localizado anteriormente nas proximidades da Rodovia do Peixe, incendiado.

As equipes da DHPP continuam em diligências para localização e prisão dos outros dois investigados pelo homicídio.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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