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Polícia Civil prende homem acusado de extorsão contra empresa funerária de Cuiabá

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A Polícia Civil cumpriu, nessa quarta-feira (24.9), mandados de prisão preventiva e busca e apreensão domiciliar contra um morador de Sinop, de 25 anos, investigado pelo crime de extorsão na modalidade eletrônica.

A prisão foi realizada em conjunto pela Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI), a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado de Sinop (Draco) e a Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop.

De acordo com as investigações, o investigado conseguiu acessar o banco de dados de uma empresa do ramo funerário de Cuiabá e passou a exigir, por e-mail, o pagamento em dinheiro para não vazar os dados dos clientes da empresa, que estavam em seu poder.

Por meio de investigações, o suspeito foi identificado e o delegado Guilherme Fachinelli, titular da DRCI, representou pelos mandados de prisão e busca e apreensão.

A decisão judicial, proferida pela 8ª Vara Criminal de Cuiabá, destacou que há elementos suficientes que apontam para a materialidade e autoria do crime, sendo necessária a decretação da prisão preventiva para garantir a ordem pública, evitar a reiteração delitiva e assegurar a instrução criminal.

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Durante a ação, os policiais civis cumpriram o mandado de prisão, em Sinop, e coletaram materiais de interesse da investigação. O investigado foi conduzido à Derf de Sinop e será apresentado à autoridade judicial para audiência de custódia.

“A operação reforça a atuação integrada das unidades especializadas da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso no combate a crimes de alta complexidade, sobretudo aqueles praticados por meio de meios digitais e que atingem diretamente a segurança patrimonial da população”, afirmou o delegado titular da DRCI.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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