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Polícia Civil prende foragida que chefiava tráfico em Ponte Branca e desarticula comércio de drogas na cidade

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A Delegacia da Polícia Civil de Alto Araguaia deflagrou, nesta terça-feira (28.05), a Operação Circe II para cumprimento de mandado de busca e apreensão contra um casal investigado por assumir o tráfico de drogas na cidade de Ponte Branca. Duas pessoas foram detidas em flagrante uma foragida presa.

Em maio de 2023, na primeira fase da Operação Circe I, a Polícia Civil prendeu uma mulher apontada como chefe do tráfico de drogas na pequena cidade no sul do estado. Após ser colocada em liberdade condicional, ela voltou a reincidir no mesmo crime e ainda cometeu diversos furtos, quando foi determinada sua nova prisão. Porém, ela fugiu da cidade e se encontrava foragida.

Após investigação, a equipe da Delegacia de Alto Araguaia apurou que o tráfico em Ponte Branca foi assumido pelo irmão e a nora da chefe do tráfico, investigada na primeira fase da operação.

Nesta terça-feira, a equipe da Polícia Civil cumpriu a busca e apreensão, expedida pela 2a Vara Criminal de Alto Araguaia, na residência do casal. No local foram encontradas porções de drogas, dinheiro e celulares, além de apetrechos que confirmam o comércio de entorpecentes no local.

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Na casa foram detidos em flagrante um homem de 33 anos e uma mulher de 32 anos. Ambos foram autuados por tráfico e associação para o tráfico de drogas.

Durante o cumprimento do mandado judicial, os policiais civis recebeu informações de que a foragida I.B.D., de 31 anos, que liderava o tráfico em Ponte Branca, estava escondida em uma residência na cidade. Os policiais localizaram a casa, do namorado da investigada, e cumpriram o mandado de prisão.

O delegado Marcos Paulo Batista pontuou que o combate ao tráfico de drogas foi intensificado em todo o estado de Mato Grosso desde o início deste ano, com base no planejamento estadual da Polícia Civil, dentro da Operação Erga Omnes.

Circe

O nome da operação faz alusão à divindade grega que tinha como habilidade transformar um objeto em outro. De acordo com a mitologia, Circe transformou homens em porcos por meio do uso de drogas. Na era moderna, ela decidiu transformar suas vítimas em cobaias com o uso de uma poção mágica.

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O alvo da operação foi o casal que assumiu a traficância na cidade, que continuou fornecendo drogas para os diversos de usuários, após a fuga daquela que era considerada a chefe do tráfico na cidade, e também nesta terça-feira.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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