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Polícia Civil prende dois homens por agressão e descumprimento de medida protetiva em Sorriso

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Dois homens foram presos pela Polícia Civil nesta terça-feira (26.02), em Sorriso, por crimes contra suas ex-companheiras. Eles foram autuados em flagrante por lesão corporal, violência psicológica e descumprimento de medida protetiva.

Um deles, de 29 anos, agrediu a vítima na frente do filho de seis anos, após beber uma garrafa de uísque e começar a desferir socos contra a mulher.

A vítima, de 26 anos, buscou ajuda na Delegacia de Polícia Civil na mesma noite, solicitando medidas protetivas. Na manhã de terça-feira (26), após diligências, a equipe policial localizou o suspeito em seu local de trabalho, em uma obra de um condomínio na cidade, onde ele foi preso em flagrante por lesão corporal e violência psicológica contra a mulher.

Descumprimento de medida protetiva

A outra prisão foi de um homem de 28 anos que descumpriu a determinação judicial que o proibia de manter contato com a ex-companheira.

A vítima relatou que o suspeito enviou diversas mensagens e áudios e ainda ligou pra ela, na manhã de terça-feira. O agressor utilizou um número de telefone de outra pessoa para manter contato com a vítima e a instruindo a comparecer ao seu local de trabalho às 11 horas para uma conversa. O suspeito já havia descumprido a medida protetiva no dia 18 deste mês, quando invadiu o quintal da residência da vítima e a ameaçou de morte.

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Em nova ocorrência, o suspeito procurou a vítima novamente, desta vez usando o celular de um colega. A vítima procurou a Delegacia de Sorriso e comunicou o novo descumprimento de medida protetiva.

A equipe de investigação do Núcleo de Combate à Violência Doméstica e Crimes Sexuais localizou o suspeito em seu local de trabalho e conduziu à delegacia, onde foi autuado e preso em flagrante pelo descumprimento da medida protetiva.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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