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Polícia Civil prende dois autores de roubo e dono de loja por receptação

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Dois homens apontados como autores do roubo de um aparelho celular e o proprietário de uma loja de assistência técnica de celulares foram presos em flagrante pela Polícia Civil, na quarta-feira (03.02), em rápida ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf-VG).

As investigações iniciaram após a vítima procurar a delegacia, relatando que por volta das 09 horas de terça-feira (02), estava transitando de bicicleta, a caminho de sua residência, quando foi abordado por dois homens em um veículo Hyundai BB-20, que mediante emprego de arma de fogo, anunciaram o assalto e subtraíram o seu aparelho celular.

Por meio de imagens de câmeras de segurança, foi possível visualizar que os criminosos jogaram o carro para cima da bicicleta, fechando a vítima, que por pouco não caiu ao solo. Iniciadas as investigações, a equipe da Derf-VG conseguiu identificar os dois criminosos envolvidos no roubo, realizando a prisão em flagrante pelo crime.

Com os suspeitos, foi encontrado o veículo HB-20 utilizado na prática do crime. Questionado sobre os fatos, um dos suspeitos ainda debochou, dizendo que pegou o celular emprestado, apenas para fazer uma ligação.

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Diante dos fatos, os suspeitos foram conduzidos à delegacia e durante o interrogatório, confessaram que após subtraírem o celular da vítima, foram até uma loja para desbloquear o aparelho, onde o venderam o bem pelo valor de R$ 150.

Em continuidade às diligências, os policiais da Derf-VG foram até a loja mencionada, onde apreenderam o celular da vítima e prenderam o proprietário do estabelecimento em flagrante por crime de receptação. Questionado, ele confessou que já era a segunda vez que os criminosos iam até a sua loja para pedir o desbloqueio de aparelho celular.

Após interrogar os envolvidos, a delegada titular da Derf, Elaine Fernandes, lavrou o flagrante de roubo majorado contra os dois executores do crime e de receptação qualificado contra o proprietário da loja, onde foi encontrado o aparelho.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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