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Polícia Civil prende criminoso envolvido em roubo de lotérica em Várzea Grande

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), cumpriu o mandado de prisão preventiva contra um criminoso identificado como autor do roubo ocorrido, no mês de junho, em uma lotérica no bairro Jardim Imperial.

O suspeito, identificado nas investigações da Derf-VG, possui passagens anteriores e tem condenação a 12 anos de reclusão pela prática de roubo, tráfico de drogas e receptação.

Segundo as investigações da Derf Várzea Grande, o suspeito é quem aparece nas imagens no interior da lotérica, utilizando uniforme da Prefeitura de Cuiabá, simulando que entrou no estabelecimento para efetuar um jogo de loteria.

Para praticar o crime, o suspeito aguardou a proprietária da lotérica chegar com o malote com aproximadamente R$ 75 mil. Ao visualizar que a funcionária pegou o malote, o suspeito usou de violência física, desferindo um empurrão contra a vítima, subtraindo o pacote que caiu no chão e em seguida empreendendo fuga com comparsas.

Momentos antes, os comparsas do suspeito (um deles monitorado por tornozeleira eletrônica) haviam roubado uma caminhonete de uma idosa, no bairro Jardim Alá, veículo que foi utilizado na fuga. Com base nas investigações, a delegada Elaine Fernandes de Souza representou pela prisão do suspeito que desde o crime, era considerado foragido.

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Segundo a delegada, para dificultar a sua localização, o criminoso mantinha várias quitinetes locadas ao mesmo tempo, as quais utilizava apenas para dormir. Nesta sexta-feira (18), o suspeito teve o mandado de prisão cumprido em uma das quitinetes, localizada no bairro Jardim Florianópolis.

Questionado, ele confessou que continua atuando na prática de crimes, porém que não está mais cometendo roubos e está apenas se dedicando a golpes aplicados em sites de compra e venda pela internet.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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