POLICIAL
Polícia Civil prende autores de homicídio ocorrido no final de semana em barbearia em Sorriso
Dois envolvidos no crime de homicídio ocorrido no último sábado (31.1) em uma barbearia em Sorriso foram presos pela Polícia Civil, no início da tarde desta quinta-feira (5.2).
Os suspeitos estavam com mandados de prisão e busca e apreensão decretados pela Justiça com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Sorriso. Além da prisão dos envolvidos, a ação resultou na apreensão da arma de fogo e do veículo utilizado no crime.
A vítima Gustavo Henrique Silva Cerutti, de 20 anos, era monitorada por tornozeleira eletrônica, possuía diversas passagens criminais, principalmente por tráfico de drogas, sendo apontado como integrante de facção criminosa.
O jovem foi executado com disparos de arma de fogo, enquanto cortava o cabelo de uma barbearia no bairro São José em Sorriso. Na ocasião, dois homens chegaram em uma motocicleta preta e efetuaram os disparos.
Assim que foi acionada dos fatos, a equipe de investigadores da Delegacia de Sorriso iniciou as investigações, conseguindo identificar o veículo utilizado no crime. Com o avanço das investigações, também foi possível chegar aos autores do homicídio.
Com base nos elementos apurados foi representado pelos mandados de busca e apreensão e prisão dos suspeitos, que foram deferidos pela Justiça e cumpridos no início da tarde desta quinta-feira.
No endereço alvo do mandado, foram localizados os dois suspeitos, tanto o condutor da motocicleta no dia dos fatos, quanto o executor dos disparos contra a vítima. No local, também foram apreendidas a motocicleta e a arma de fogo utilizada no crime.
Os dois suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Sorriso para as providências cabíveis e posteriormente serão encaminhados para o sistema prisional ficando à disposição da Justiça.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

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