POLICIAL
Polícia Civil leva projeto Gestão de Pessoas Itinerante a mais uma regional do estado
Servidores da Regional da Polícia Civil de Juína receberam, nesta semana, as ações do projeto Coordenadoria de Gestão de Pessoas Itinerante. As atividades da 11ª edição foram realizadas na terça-feira (18.10), na sede do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Noroeste e reuniram servidores das Delegacias de Juína, Juara, Colniza, Aripuanã, Cotriguaçu, Juruena, Porto dos Gaúchos e Tabaporã.
O projeto tem como objetivo principal aproximar a área de gestão de pessoas dos profissionais que atuam no interior, levando informações sobre produtos, serviços e ações de prevenção à saúde e segurança no trabalho.

Durante o evento, a equipe da Coordenadoria de Gestão de Pessoas apresentou dois workshops. Um abordou a ‘Atenção à Saúde Mental’ e em outro, os serviços ofertados pelas gerências que compõem o setor.

Além dessas atividades, em Juína foram disponibilizados serviços de prevenção à saúde, que contaram com a parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do município, como aferição de pressão arterial, teste de nível glicêmico, testagem rápida ISTs, vacinação contra covid-19, gripe e outras que compõem o calendário vacinal, além de orientações de alongamento com profissional de educação física.

O delegado regional de Juína, Marco Remuzzi falou sobre a importância da realização do projeto, agradeceu a presença da equipe na região e elogiou o trabalho realizado.
A Coordenadoria de Gestão de Pessoas agradece aos profissionais envolvidos no projeto, em especial ao Sindicato das Indústrias Madeireiras e a Secretaria Municipal de Saúde de Juína, que colaboraram para a realização do evento.

Fonte: PJC MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

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