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Polícia Civil já prendeu 16 pessoas por fazerem queimadas em florestas em MT

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No período de 01 de janeiro a 09 de setembro de 2024, foram instaurados pelas Delegacias de Polícia de todo Estado, 14 procedimentos investigativos para apurar incêndios criminosos. Ao todo, 16 pessoas foram detidas em situação de flagrante, causando incêndio em regiões de lavoura, pastagem, mata ou floresta.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Flávio Gledson Vieira, alerta para os prejuízos que os incêndios podem causar.

“Os incêndios prejudicam não só o meio ambiente, mas também a saúde das pessoas. Os bombeiros estão sobrecarregados e com um trabalho árduo em campo, e muitas das demandas atendidas são causadas por ação humana. Estamos recebendo muitas denúncias desses crimes e os órgãos de segurança estão chegando identificando essas pessoas. Pedimos a colaboração da população para que tenha cuidado e evite qualquer tipo de queimada, principalmente nessa época do ano em que passamos por esse período de seca severa”, ponderou o comandante.

As prisões ocorreram em 12 municípios: Jaciara, Cuiabá, Alta Floresta, Alto Araguaia, Diamantino, Marcelândia, Nortelândia, Nova Monte Verde, Tapurah, Primavera do Leste e Rondonópolis.

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A conduta de provocar incêndio, tipificada como crime contra a flora e fauna, é prevista no artigo 250 do Código Penal Brasileiro, e também no artigo 41 da Lei Ambiental nº. 9.605/98.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Mulher é alvo de operação após suspeita de divulgar fotos íntimas de empresária em MT

Investigação aponta que suspeita teria encontrado imagens no celular do noivo e compartilhado o conteúdo em grupos de WhatsApp

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Uma mulher de 37 anos foi alvo de mandado de busca e apreensão nesta quinta-feira (24), em uma investigação sobre a divulgação de fotos íntimas de uma empresária de 40 anos, em Sinop. A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DDM) de Lucas do Rio Verde.

Segundo informações da Polícia Civil, as duas mulheres não mantinham vínculo entre si. A investigação aponta que a suspeita teria descoberto um relacionamento entre o noivo e a empresária e, após ter acesso às imagens íntimas armazenadas no celular dele, teria compartilhado o material em diferentes grupos de WhatsApp.

Com a disseminação do conteúdo, diversas pessoas tiveram acesso às imagens. A Polícia Civil conseguiu identificar o número de telefone utilizado para o compartilhamento e, a partir das informações levantadas, chegou à mulher investigada.

O caso começou a ser apurado depois que a empresária registrou um boletim de ocorrência. Com os elementos reunidos durante a investigação, a autoridade policial solicitou à Justiça um mandado de busca e apreensão.

A medida teve como objetivo recolher celulares e outros materiais que possam auxiliar na identificação da origem e da extensão dos compartilhamentos, além de reunir novas provas para o inquérito.

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A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer as circunstâncias da divulgação e apurar a responsabilidade da suspeita.

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