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Polícia Civil indicia homem por estupro de vulnerável e armazenamento de pornografia infantil em Santa Cruz do Xingu

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A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu, nesta segunda-feira (4.5), o inquérito policial que apurou os crimes de estupro de vulnerável e armazenamento de conteúdo pornográfico envolvendo criança, em Santa Cruz do Xingu. Um homem investigado foi indiciado pela prática dos dois crimes.

A investigação teve início após uma denúncia anônima recebida pelo Conselho Tutelar, em 12 de junho de 2025, sobre possível abuso sexual contra uma criança de sete anos, à época dos fatos.

No curso das diligências, foram realizadas oitivas de testemunhas e levantados elementos informativos que apontaram indícios da prática dos crimes pelo investigado, que se aproveitava da ausência do genitor da vítima para cometê-los.

Durante a apuração, testemunhas também relataram condutas de cunho sexual atribuídas ao suspeito, que teriam causado constrangimento à criança.

Em razão dos fatos, o delegado Onias Estevam Pereira Filho, responsável pela investigação, requisitou exame pericial na vítima e representou judicialmente pela busca e apreensão de dispositivos eletrônicos do investigado. A medida foi deferida pelo Poder Judiciário, sendo cumprida a ordem judicial em 16 de setembro de 2025.

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Na ação, foi apreendido aparelho celular do investigado, posteriormente submetido à análise pericial, que constatou a presença de conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes, além de registros compatíveis com o consumo desse tipo de material.

Diante do conjunto probatório, a autoridade policial indiciou o investigado pelos crimes apurados.

Os autos foram encaminhados ao Ministério Público para as providências cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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