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Polícia Civil identifica autores e esclarece dois furtos em comércios de Barra do Garças

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), esclareceu dois furtos praticados a estabelecimentos comerciais na área central do município, neste ano de 2024, com a identificação de um jovem e um adolescente, apontados como autores dos crimes.

O primeiro caso elucidado ocorreu no estabelecimento de venda de açaí, ocasião em que os dois suspeitos entraram no comércio e praticaram o furto. Segundo as investigações da Derf, os criminosos utilizaram uma chave de fenda para arrombar a janela e adentrar o local. Mesmo após o alarme disparar, o suspeito continuou no local e efetuou o furto, subtraindo um aparelho celular e R$ 20,00 em moedas.

O aparelho celular furtado ficou em poder do adolescente e o dinheiro furtado¿, gastaram juntos com lanches em uma padaria no bairro Santo Antônio. Após ser identificado, o suspeito maior de idade foi interrogado e confessou os fatos, delatando o seu comparsa, menor infrator.

Durante o interrogatório, o suspeito confessou a autoria de outro furto em um estabelecimento comercial também localizado na área central da cidade, onde também utilizou da mesma chave de fenda para abrir a porta do comércio. Para a prática dos furtos, o investigado usava um blusão com capuz preto.

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Com os elementos colhidos durante as investigações, a equipe da Derf também ¿identificou uma mulher responsável por receptar os produtos do crime, moradora da cidade de Aragarças (GO).

 O delegado adjunto da Derf de Barra do Garças, Joaquim Leitão Júnior, afirmou que representará por medidas cautelares em face do investigado e do adolescente infrator, que possuem extensas vidas pregressas no mundo criminoso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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