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Polícia Civil esclarece homicídio de jovem em Brasnorte e prende quatro envolvidos

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A Polícia Civil em Brasnorte esclareceu o homicídio que vitimou uma jovem, no último fim de semana e identificou todos envolvidos no crime que chocu a cidade. Quatro pessoas, sendo três da mesma família, foram presas em flagrante por posse ilegal de munição, tráfico e associação para o tráfico de drogas, e um deles por integrar organização criminosa.

Elen Nascimento Silva, de 21 anos, foi encontrada morta no meio de uma plantação na zona rural do município. O corpo apresentava marcas de disparos de arma de fogo e estava com as mãos amarradas. Elen desapareceu na noite do dia 19 de abril, quando saiu de casa e não deu mais notícias. A mãe dela procurou a Polícia no dia seguinte e registrou um boletim pelo desaparecimento.

O delegado de Brasnorte, Eric Márcio Fantin, explica que a equipe da Delegacia da Polícia Civil de Brasnorte reuniu diversos elementos informativos em mais de 100 horas ininterruptas de investigação que apontam o envolvimento de vários suspeitos no assassinato. Os envolvidos identificados na investigação responderão pelo homicídio e também por integrar organização criminosa. O delegado destaca que a investigação prossegue para colher outras informações que vao subsidiar o inquérito instaurado.

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Entre os presos estão a mãe e dois filhos, autuados em flagrante pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico. Um deles é o jovem que teria um envolvimento afetivo com a vítima.

Elen foi atraída até uma residência em Brasnorte na noite da dia 19 de abril por um dos suspeitos. Na residência, onde estavam outras membros do grupo criminoso, ela teve a morte decretada por integrantes de uma facção porque teria feito um vídeo em que faz um sinal que, supostamente, seria de um grupo rival. Elen foi então levada em um veículo até o local onde foi morta, na Estrada do Perobal, zona rural da cidade. No local, ela foi alvejada por quatro disparos de arma de fogo.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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