POLICIAL

Polícia Civil e PRF cumprem 12 mandados judiciais em Porto Esperidião e Glória D’Oeste

Publicados

em

Doze mandados judiciais foram cumpridos pela Polícia Civil com apoio da Polícia Rodoviária Federal, nesta terça-feira (20.12), na operação “Suplício” deflagrada na região de fronteira do Estado, nos municípios de Porto Esperidião e Glória D’Oeste.

Foram cumpridos 4 mandados de prisões temporárias e 8 de buscas e apreensões domiciliares, expedidos pelo juízo da Comarca de Porto Esperidião (326 km a oeste de Cuiabá), após investigações da Delegacia de Polícia visando combater a criminalidade na região.

Os alvos da operação “Suplício” integram uma associação criminosa investigada pelo cometimento de crimes como tortura, homicídio qualificado, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e associação criminosa armada.

Conforme o delegado Marcelo Ferreira de Menezes, as apurações indicam que as torturas foram realizadas com o objetivo de castigar as vítimas, em razão de dívidas contraídas com trafico de entoprecentes. 

“As sessões de tortura conhecidas como Salve, eram filmadas pelos suspeitos e divulgadas em redes sociais com intuito de causar temor na população. Os envolvidos também são acusados de homicídio qualificado relacionado ao tráfico de drogas”, destacou o delegado.

Leia Também:  Motorista de aplicativo que auxiliou dupla em roubo a residência é preso em flagrante pela Polícia Civil

Além do cumprimento das ordens de prisão temporária e buscas, o trabalho operacional resultou na apreensão de arma de fogo, porção de maconha, uma motocicleta, aparelhos celulares, entre outros objetos.

Participaram da ação a Delegacia de Porto Esperidião, com o apoio das Delegacias de Rio Branco, São José dos Quatro Marcos, Araputanga, Mirassol D’Oeste, 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres, Delegacia Regional de Cáceres e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Fonte: PJC MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Investigado por homicídio tem cinco mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil em Rondonópolis

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  PRF prende dois homens e apreende mercúrio e 250 litros de diesel durante fiscalização na BR-174B, em Pontes e Lacerda (MT)

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA