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Polícia Civil desarticula segunda quadrilha que furtava fiações em fazendas da região de Sorriso

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A equipe do núcleo de investigações de crimes patrimoniais da Delegacia de Sorriso cumpriu, na sexta-feira (14.2), mandados de prisões preventivas de dois investigados por furtos em fazendas da região. Os criminosos foram localizados em Sinop e um terceiro envolvido foi detido em flagrante.

A investigação apurou que os dois criminosos agiam durante a madrugada, quando iam até as propriedades rurais e furtavam cabos de fiação e outros objetos dos locais.

O delegado Paulo Brambila destaca que esta é a segunda quadrilha envolvida no furto de furtos de cabos e que foi desmantelada pela Polícia Civil em Sorriso neste ano. “O primeiro grupo foi preso em Cuiabá, em janeiro deste ano”, apontou.

Após a decretação das prisões preventivas, a equipe da Polícia Civil seguiu para Sinop, onde moram os suspeitos.

Os policiais foram informados que a quadrilha teria cometido, um dia antes da prisão, na quinta-feira (13), outro crime de furto na cidade de Vera.

Ainda na sexta-feira, a equipe de investigação descobriu a empresa a quem os investigados vendiam os produtos furtados. Na empresa, os policiais localizaram os produtos furtados na cidade de Vera. Diante da situação de flagrante, o responsável pelo local foi preso e encaminhado para a Central de Flagrantes de Sinop.

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De acordo com a investigação, a quadrilha é investigada pela prática de, pelo menos, 20 furtos em fazendas na região de Sorriso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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