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Polícia Civil desarticula ponto de tráfico de drogas que ficava próximo à escola pública

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Rondonópolis, desarticulou nessa segunda-feira (7.7), um ponto ativo de venda de drogas, no bairro São Sebastião, localizado nas proximidades de duas instituições de ensino da cidade.

A ação resultou na prisão, em flagrante, de quatro suspeitos de envolvimento direto no tráfico de entorpecentes, além da apreensão de expressiva quantidade de drogas. Também foram conduzidos à delegacia para averiguação, mas liberados após oitiva, outras duas pessoas.

A investigação teve início após os policiais identificarem movimentação típica de usuários de drogas em uma residência já conhecida e popularmente chamada de “Boca do Gordo”.

A operação foi deflagrada logo após a abordagem de um homem que deixava o local com uma porção de pasta base de cocaína. Ele confirmou ser usuário e revelou ter acabado de adquirir a substância com o suspeito conhecido como “Gordo”, que foi localizado e preso em seguida.

No interior da residência, os investigadores encontraram 53 porções de pasta base de cocaína, porções de maconha, invólucros plásticos com resquícios de entorpecentes, facas com vestígios de droga e quantia em dinheiro em espécie, caracterizando claramente a comercialização de drogas no local.

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Entre os detidos estão duas mulheres reincidentes no crime de tráfico. Uma havia sido presa pela própria Derf, em março deste ano, junto com o cônjuge e a filha; a outra, presa anteriormente, em maio passado. Uma outra jovem, de 18 anos, também foi presa e assumiu a propriedade da droga encontrada na varanda da casa, embora tenha negado envolvimento direto com o tráfico.

O imóvel utilizado para o tráfico está localizado em uma área sensível da cidade, próximo a duas escolas, o que aumenta a gravidade do crime e reforça a urgência das ações das forças de segurança pública.

Todos os envolvidos foram encaminhados à sede da Derf e apresentados à autoridade policial sem lesões. As substâncias apreendidas foram submetidas à perícia. Os suspeitos responderão pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e, conforme o caso, uso de entorpecentes.

A Polícia Civil reafirma seu compromisso no combate ao tráfico de drogas, sobretudo em áreas próximas a instituições educacionais, buscando preservar a segurança da comunidade e a integridade de crianças e adolescentes.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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