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Polícia Civil deflagra sexta fase de operação ao tráfico doméstico na região do Pedra 90

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), deflagrou na manhã desta quarta-feira (19.04), a sexta fase da Operação Impetus para cumprimento de sete mandados de busca e apreensão domiciliar em alvos denúncias do tráfico doméstico, que ocorrem dentro de bairros da cidade.

As ordens judiciais decretadas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) após representações da DRE são cumpridas no bairro Pedra 90, em Cuiabá. A DRE conta com apoio das equipes da Gerência de Operações Especiais (GOE), Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz) e Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) no cumprimento dos mandados.

A operação tem como objetivo o enfrentamento ao tráfico de drogas local, realizado em pequenos comércios de drogas (bocas de fumo), instaladas dentro de bairros.

Os locais foram identificados principalmente por meio de denúncias realizadas pela sociedade por meio dos canais de comunicação com a Segurança Pública, aliadas à investigação técnica da equipe da DRE.

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“Denúncias, diligências, levantamentos e relatórios de investigação, são fundamentais para coleta de elementos que embasam a representação dos mandados de busca e apreensão domiciliar contra os alvos investigados, podendo assim trazer mais tranquilidade e segurança para sociedade que tanto sofre com a atuação do tráfico doméstico”, disse a delegada titular da DRE, Juliana Chiquito Palhares.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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