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Polícia Civil deflagra segunda fase da Operação DEDM Mulher

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá, cumpriu na manhã de segunda-feira (03.06), seis mandados de busca e apreensão domiciliar, nas cidades de Cuiabá e Santo Antônio do Leverger.

A ação faz parte da segunda fase da Operação “DEDM Mulher”, deflagrada para combater à violência sexual contra a mulher, preservando-se a sua dignidade sexual, bem como, robustecendo as investigações com provas materiais.

O trabalho objetivou retirar das mãos dos agressores, fotos e vídeos íntimos das vítimas, e outros elementos capazes de se tornarem futuros instrumentos de chantagem, sextorsões, difamações e outros crimes contra a dignidade sexual.

As ordens judiciais tiveram como foco apreensões de aparelhos celulares, slots de armazenamento de dados, Pen Drives, e outros dispositivos informáticos, que possam subsidiar as investigações de crimes sexuais em andamento na delegacia especializada.

As buscas foram realizadas nos bairros Novo Terceiro, Jardim Amperco, Três Barras, Jardim Mossoró, Parque Ohara, em Cuiabá, e na Comunidade de Varginha, situada no município de Santo Antônio do Leverger.

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Nos endereços alvos foram recolhidos aparelhos de mídia eletrônica como celulares, Pen Drives, câmeras fotográficas, Slot de armazenamento de dados, além do dispositivo portátil chamado “Smartwatch”.

De acordo com a delegada Jozirlethe Criveletto, a segunda fase da operação buscou colher provas materiais, e retirar das mãos dos investigados, imagens ou vídeos íntimos das vítimas, que possam servir como meios de chantagem, sextorsões, difamações, entre outros delitos contra a dignidade sexual da mulher.

“A DEDM de Cuiabá planeja realizar de forma continuada, outras fases da operação ao longo do ano, bem como fortalecer o enfrentamento das circunstâncias identificadas como situações de violência doméstica”, destacou a delegada.

Operação DEDM Mulher – Primeira Fase

Foi realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá, no dia 19 de junho, cumprindo oito mandados de busca e apreensão domiciliar, com objetivo de apreender armas de fogo em posse de autores de violência doméstica.

Na ocasião uma pessoa foi presa em flagrante por posse de entorpecentes, sendo lavrado Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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