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Polícia Civil deflagra operação em Tapurah e prende quatro foragidos da Justiça

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (27.8), no município de Tapurah (433 km a médio norte de Cuiabá), a primeira fase da Operação “Black List” para cumprimento de mandados judiciais contra indivíduos foragidos da Justiça.

A ação da Delegacia de Tapurah resultou na prisão de quatro homens com as prisões decretadas pelo Judiciário de outros Estados, pelos crimes de homicídio, estelionato, falsidade ideológica e integrar organização criminosa.

Três procurados foram presos trabalhando em usina de etanol de milho. O quarto suspeito, ao perceber a chegada das viaturas no local, conseguiu se esconder na extensa área da empresa.

No entanto, as equipes realizaram posicionamento estratégico na rodovia, onde, após horas de campanha, conseguiram abordar o criminoso dentro de um táxi, tentando fugir.

Durante a abordagem do veículo e checagem dos ocupantes, foi constatado que o passageiro se tratava do homem condenado, com a prisão expedido pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas da Comarca de Fortaleza (CE).

Os outros três presos estavam com as prisões decretadas pelos Juízos da Comarca de Tremembé (SP), da Comarca de Sertãozinho (SP) e 1ª Vara Criminal da Comarca de Barra do Garças (MT).

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Em seguida, os quatro homens foram conduzidos até a Delegacia de Tapurah para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição do juízo local.

Conforme o delegado de Tapurah, Franklin Pereira Alves, as investigações continuam para identificar outras possíveis pessoas envolvidas em crimes, foragidas da Justiça, e que estão na região para trabalharem como mão de obra.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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