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Polícia Civil de MT prende estelionatário procurado pela Justiça do Amapá

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, cumpriu, na manhã desta quarta-feira (28.02) o mandado de prisão de um estelionatário foragido da Justiça do estado do Amapá.

O suspeito, que já cumpria pena por crime de estelionato e é investigado em outros quatro inquéritos policiais no estado do Amapá, teve o mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal de Macapá (AP), no último dia 21 de fevereiro.

As diligências que resultaram na prisão do foragido foram realizadas após informações levantadas pelo Núcleo de Inteligência da Delegacia de Estelionato de Cuiabá que identificaram que o procurado estava na cidade de Várzea Grande.

Segundo informações da Polícia Civil do Estado do Amapá, o suspeito havia progredido de regime no final do ano de 2023 e estava em Várzea Grande, contudo ficou comprovado sua participação em novos crimes, razão pela qual houve decretação de nova prisão preventiva.

O investigado responde a quatro inquéritos policiais em investigação pela Polícia Civil do Amapá, além de também ter registros de envolvimento em crimes de estelionato em Mato Grosso.

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Após ter o mandado de prisão cumprido, o suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Estelionato para as providências cabíveis e posteriormente será encaminhado à Audiência de Custódia e ficará à disposição da Justiça.

“A troca de informações entre as Polícias Civis dos Estados tem rendido bons frutos, localização e prisão de suspeitos em várias localidades do país”, destacou o delegado Marcelo Torhacs.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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