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Polícia Civil cumpre prisão de autores de roubo com emprego de arma de fogo em Alta Floresta

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Dois criminosos envolvidos em um crime de roubo a residência ocorrido em Alta Floresta (803 km ao norte de Cuiabá) tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil, na quarta-feira (21.12), em investigação conduzida pela Divisão Especializada de Roubos e Furtos (Derf), instalada na Delegacia do município.

Os suspeitos tiveram as ordens de prisão decretadas pela Justiça pelo crime de roubo majorado pelo concurso de agentes e pelo emprego de arma de fogo.

O crime ocorreu na madrugada de 15 de setembro, por volta das 04 horas, quando os suspeitos armados invadiram a residência, ordenando que a vítima abrisse o cofre. Após a grave ameaça, os assaltantes fugiram levando um veículo Onix e pertences pessoais da vítima.

Assim que foi acionada dos fatos, os policiais da Divisão de Roubos e Furtos da Delegacia Municipal de Alta Floresta iniciaram as diligências para apurar os fatos, conseguindo localizar o veículo da vítima, abandonado em um terreno baldio, no dia seguinte ao roubo.

Em continuidade as diligências, os policiais da Derf conseguiram identificar os dois envolvidos no crime. Com base nas informações colhidas, o delegado Thiago Marques Berger representou pela prisão preventiva dos suspeitos, sendo as ordens judiciais deferidas pela Justiça.

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Um dos suspeitos foi localizado em Colniza onde teve o mandado de prisão cumprido com apoio dos policiais civis do município. O segundo suspeito teve o mandado de prisão cumprido no município de Novo Progresso (PA), onde já se encontrava preso por outro crime.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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