POLICIAL

Polícia Civil cumpre buscas contra integrantes de facção investigados por homicídios em Peixoto de Azevedo

Publicados

em

A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (6.11), mais uma fase da Operação Mapeamento, para cumprimento de três mandados de busca e apreensão contra integrantes de uma facção criminosa responsável por homicídio e pela disputa de grupos rivais em Peixoto de Azevedo.

A primeira fase da operação foi desencadeada nos dias 20 e 21 de agosto, ocasião em que foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva contra suspeitos de 21 e 31 anos de idade. Na ocasião, também foram cumpridos outros três mandados de prisão preventiva contra investigados que já se encontravam reclusos no sistema penitenciário.

A operação deflagrada nesta quinta-feira é um desdobramento da primeira fase e busca o cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços relacionados aos investigados. As ordens judiciais buscam a apreensão de armas, drogas e outros objetos que possam colaborar com o avanço das investigações e identificação de outros envolvidos.

A investigação conduzida pela Delegacia de Peixoto de Azevedo busca o esclarecimento de homicídios e outros crimes coordenados por integrantes de uma facção criminosa atuante na região.

Leia Também:  Polícia Civil mira grupo criminoso envolvido com tráfico de drogas, comércio de armas e apoio logístico ao crime no oeste de MT

Os mandados são cumpridos por policiais das Delegacias de Peixoto de Azevedo, Guarantã do Norte e Matupá. A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.

Investigações

A investigação, iniciada a partir da análise de informações de procedimentos anteriores, bem como com a troca de informação com a Polícia Militar e Polícia Penal do município, demonstrou e comprovou a prática do crime de participação em organização criminosa.

As provas reunidas incluíram conversas, áudios, vídeos e imagens que revelaram a existência de um grupo estruturado, com hierarquia interna, funções definidas e planejamento de crimes graves, como homicídios e ações armadas contra rivais.

As investigações continuam em andamento, com o objetivo de localizar os demais alvos e aprofundar a apuração de outros crimes praticados pelo grupo criminoso.

Nome da operação

A operação recebeu esse nome em razão da prática de “mapeamento” realizada pelos criminosos, consistente na vigilância e levantamento da rotina de vítimas escolhidas como alvos de execução.

Leia Também:  Polícia Civil prende autor de roubo em Nova Xavantina e apreende drogas

Fonte: Policia Civil MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Trio é preso pela Polícia Militar após denúncia de tentativa de homicídio em Cáceres

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Polícia Civil mira grupo criminoso envolvido com tráfico de drogas, comércio de armas e apoio logístico ao crime no oeste de MT

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA