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Polícia Civil apreende ingressos nas mãos de cambistas antes de jogo na Arena Pantanal

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Dois homens, que atuavam como cambistas na venda de ingressos no jogo Cuiabá X São Paulo pela série A do Campeonato Brasileiro, foram presos em flagrante pela Polícia Civil, no sábado (22.07), em ação da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), realizada nas proximidades da Arena Pantanal. A ação resultou na apreensão de dezenas de ingressos e dinheiro em espécie.

Durante trabalho de monitoramento da ação de combistas, os policiais da Decon flagraram os dois suspeitos atuando com a venda de ingressos no entorno da Arena Pantanal. Um deles, ao perceber que seria abordado, tentou se misturar com os torcedores que adentravam o estádio, saiu correndo, mas acabou alcançado e preso.

Com os dois homens, foram apreendidos 77 ingressos para a partida entre as equipes do Cuiabá e do São Paulo e mais de R$ 700,00 em dinheiro.

O delegado da Decon, Rogério Ferreira da Silva, explica que venda de ingresso por cambistas prejudica os torcedores, uma vez que os suspeitos compram grande quantidade de entradas, esgotando rapidamente os ingressos para setores mais baratos e concorridos do estádio, para depois venderem na hora do jogo por um preço maior do que o fixado pelo clube.

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“Desta forma, o público não encontra ingresso para comprar pelo preço oficial para o setor desejado, sendo forçado a comprar a entrada pelo valor mais pelas mãos do cambista”, disse o delegado.

Vigia Mais

Com a instalação de onze câmeras do programa Vigia Mais MT do Governo do Estado no entorno da Arena Pantanal, a Polícia Civil e as demais forças de segurança de Mato Grosso poderão monitorar, à distância e em tempo real, a ação de cambistas e de pessoas que praticam outros crimes no entorno da Arena Pantanal, como furto e pirataria, fazendo com que o combate a esses ilícitos penais seja intensificado nos próximos jogos, especialmente na partida entre a equipe mato-grossense do Cuiabá e o time do Flamengo, no próximo dia 06 de agosto.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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