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Polícia Civil apreende drogas e munições em quitinete em Ribeirão Cascalheiras; quatro pessoas são presas

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Uma ação investigativa realizada pela Polícia Civil culminou na prisão de quatro pessoas e na apreensão de drogas e munições, em Ribeirão Cascalheira, nessa segunda-feira (7.7). O material estava armazenado em caixas e sacolas plásticas em um conjunto de quitinetes, na região urbana do município.

A investigação foi desencadeada após um furto ocorrido no dia anterior. Com base em informações coletadas preliminarmente, a polícia iniciou as diligências na tentativa de localizar e prender o suspeito. A equipe conseguiu localizar esposa do suspeito, que autorizou o acesso à residência para ser vistoriada. No local, os policiais encontraram alguns objetos (vasilhas), que foram identificados pela vítima do furto como suas.

A mulher foi conduzida até a delegacia para prestar esclarecimentos e relatou que os objetos furtados estavam com uma mulher conhecida por “medusa”, considerada como uma das lideranças criminosas na cidade.

Por meio de monitoramento, os policiais procederam nova abordagem, desta vez, na casa da “medusa”, onde encontraram um molho de chaves que franqueava o acesso à quitinete, cuja informação levantada, era usada pela suspeita como local de armazenamento de ilícitos.

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No local, os policiais apreenderam uma caixa com considerada porção de drogas, além de R$ 406 reais em espécie, uma balança de precisão, quatro cartuchos deflagrados de munição calibre 36, 37 unidades de munições calibre .380. “Medusa” e um outro homem foram detidos.

Ainda durante as buscas, os policiais receberam a informação de que em uma casa na mesma rua havia uma boca de fumo. Ao se dirigirem até o local, os policiais conseguiram abrir a porta da frente com uma das chaves encontradas na casa da suspeita “medusa”. Em seu interior, foram encontradas outras sacolas idênticas às apreendidas na quitinete, contendo, inclusive, a mesma substância apreendida lá, indicando serem maconha e crack, que seriam produtos de comércio de entorpecentes na região. Um homem foi detido.

Diante dos fatos, todos os envolvidos nas abordagens foram presos e conduzidos até a delegacia para as devidas providências legais. Dentre os crimes apontados na investigação estão receptação, tráfico de drogas e posse ilegal de munição.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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