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Polícia Civil apreende cerca de 800 munições de vários calibres que seriam comercializadas em Confresa

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Um carregamento com cerca de 800 munições de diferentes calibres foi apreendido pela Polícia Civil, na manhã desta sexta-feira (06.05), no município de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), durante a operação “Molon Labe”.

A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), para cumprimentos de mandados de busca e apreensão domiciliar. Um homem de 52 anos foi preso em flagrante por posse irregular de munição e comércio ilegal de munições.

Em diligências para apurar ocorrências de furto de gado registradas na região, os policiais civis identificaram um grupo de indivíduos articulados para cometerem suposto comércio ilegal de armas de fogo e munições em Confresa.

De posse dessas informações a equipe da Derf passou a ampliar as investigações, visando desarticular os envolvidos na prática criminosa. Após levantamentos realizados mediante técnicas de investigações foi possível colher materialidade dos fatos.

Diante dos indícios formalizados no inquérito policial, o delegado Bruno Gomes Borges representou pelos pedidos de busca e apreensão decretados pela Justiça. Com as ordens judiciais expedidas os policiais civis foram até o endereço alvo no bairro Triunfo.

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No local foram localizadas aproximadamente 800 munições intactas e prontas para o comércio. O suspeito de 52 anos foi encaminhado para esclarecimentos. Na Derf de Confresa, o conduzido foi interrogado e autuado pelos crimes de posse irregular de munição e comércio ilegal de munições.

“O preso foi colocado à disposição do Poder Judiciário, e responderá pelos crimes através do inquérito que será concluído e remitido ao juízo competente, para prosseguimento do processo criminal e ao final o suspeuito receba a respectiva penalidade”, destacou o Bruno Gomes Borges.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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