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PM prende homem por embriaguez ao volante e tentativa de homicídio em distrito de MT

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A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu um homem, de 28 anos, por embriaguez ao volante, porte ilegal de arma e tentativa de homicídio, na madrugada desta segunda-feira (8.12), no distrito de Santiago do Norte, em Paranatinga. O suspeito foi preso em flagrante com uma espingarda e uma pistola.

Por volta de meia-noite, a PM recebeu denúncias de populares de que o condutor de uma Hilux azul estava atirando em direção a uma caminhonete S10 preta, em uma rua da cidade. Ao mesmo tempo que os policiais faziam o atendimento por telefone, os policiais observaram que os dois veículos estavam se aproximando da sede do Núcleo de PM.

Os militares saíram para realizar a abordagem aos carros, momento em que o condutor da Hilux fugiu em alta velocidade e o motorista da S10 gritou pedindo por socorro, dizendo que não sabia o motivo pelo qual estava sendo alvo dos tiros.

Diante da situação, os policiais iniciaram rondas pela cidade e localizaram a Hilux azul trafegando na MT-130. O veículo foi abordado e os militares identificaram fortes sinais de embriaguez do condutor da caminhonete, tais como olhos avermelhados, fala arrastada e odor característico de álcool.

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Ainda na verificação do veículo, foram encontradas uma espingarda e uma pistola, além de munições para o armamento. Questionado pela PM, ele confessou ter efetuado os disparos, mas não revelou por qual motivo teria cometido a tentativa de homicídio.

Pelo flagrante, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia de Paranatinga, com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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