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PM prende dupla pertencente a facção criminosa e apreende três armas de fogo

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Policiais militares do 6º Batalhão em Cáceres prenderam em flagrante um homem, de 20 anos, e uma mulher, de 23 anos, pelos crimes de posse e porte ilegal de arma de fogo e constituição de organização criminosa. Na ação policial, registrada na tarde desta segunda-feira (11.07), foram apreendidas três armas de fogo e munições.

Por volta de 17h30, a PM recebeu denúncias sobre uma residência onde estariam alguns integrantes de uma organização criminosa, no bairro Jardim Imperial. Em diligências pelo endereço informado, os policiais militares flagraram o momento onde um indivíduo armado saiu da casa e correu para os fundos do local, após avistar a viatura da PM.

Neste momento, a equipe realizou acompanhamento ao suspeito e lograram êxito em realizar a abordagem ao homem, ordenando para que ele colocasse a arma no chão. Em revista pessoal, foi localizado com o suspeito uma pistola de calibre 9mm e um revólver de calibre .38 com várias munições para o armamento.

Os policiais militares se deslocaram de volta para o interior da residência e encontraram a suspeita, que também foi detida pela equipe. Em buscas pelo local, foi encontrado mais um revólver calibre .38 e outras munições. 

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Questionados sobre as armas, os suspeitos revelaram que guardavam os objetos a mando de uma organização criminosa e que também seriam integrantes da mesma facção.

No quintal do imóvel, a PM identificou ainda uma motocicleta Honda sem placa e com características semelhantes ao veículo que teria sido utilizado em um homicídio ocorrido na cidade de Cáceres, no mesmo bairro.

Diante da situação de flagrante, os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para o Cisc de Cáceres, com todo o material apreendido, para registro de ocorrência e as demais providências cabíveis do caso.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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