OPERAÇÃO MÁLLKU

PF prende investigado por ceder fazenda usada como apoio ao tráfico aéreo de cocaína em MT

Segunda fase da operação foi deflagrada em Sinop e dá continuidade à investigação iniciada após apreensão de 511 quilos da droga em Marcelândia

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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, em Sinop, a segunda fase da Operação Mállku, que investiga um grupo suspeito de utilizar aeronaves para transportar cocaína da Bolívia para o Brasil.

Nesta etapa, os agentes cumpriram um mandado de prisão preventiva contra um investigado apontado como responsável por uma propriedade rural que teria sido utilizada como ponto de apoio para a operação criminosa. Segundo a investigação, a aeronave empregada no transporte da droga realizava pousos no local.

A apuração começou após a apreensão de aproximadamente 511 quilos de cocaína, em fevereiro deste ano, no município de Marcelândia. Conforme a Polícia Federal, a droga era transportada em uma aeronave que havia partido de uma região rural localizada no leste da Bolívia.

As provas reunidas durante o flagrante e as diligências realizadas posteriormente permitiram aos investigadores avançar na identificação dos suspeitos de atuar em diferentes etapas da logística utilizada para a entrada e distribuição da cocaína em território brasileiro.

A Polícia Federal agora busca identificar outros possíveis integrantes do esquema e esclarecer a atuação de cada um deles na estrutura investigada.

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Entre os alvos da apuração estão possíveis financiadores, pilotos, operadores logísticos e responsáveis por disponibilizar propriedades rurais e pistas para pousos e decolagens das aeronaves utilizadas no transporte dos entorpecentes.

As investigações continuam para identificar e responsabilizar os demais envolvidos na suposta cadeia de tráfico internacional de drogas.

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POLICIAL

PM reforça segurança no Pedregal após denúncias de pressão de faccionados sobre eleitores

Operação Liberdade de Expressão foi deflagrada em Cuiabá após relatos de possível tentativa de interferência criminosa na escolha de votos para o segundo turno presidencial

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A Polícia Militar deflagrou, na noite desta terça-feira (6), a Operação Liberdade de Expressão no bairro Pedregal, em Cuiabá, após denúncias sobre uma possível atuação de integrantes de facções criminosas para pressionar moradores em relação ao voto no segundo turno da eleição presidencial.

A ação é coordenada pelo 3º Batalhão da Polícia Militar e tem como objetivo ampliar o policiamento na região, prevenir ameaças e garantir que os eleitores possam exercer o direito ao voto de forma livre e segura. Não houve prisões durante as diligências.

De acordo com as informações que motivaram a operação, haveria suspeitas de que integrantes de grupos criminosos estariam tentando influenciar moradores a votar em determinado candidato. A denúncia, no entanto, ainda é tratada como suspeita e não houve, até o momento, divulgação de prisões ou identificação de responsáveis pela suposta coação.

O segundo turno da eleição presidencial está marcado para o dia 25 de outubro e será disputado entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição.

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Segundo a Polícia Militar, ocorrências recentes registradas no Pedregal também foram consideradas para o reforço da segurança. O policiamento ostensivo e preventivo busca evitar episódios de ameaça, intimidação ou violência relacionados ao processo eleitoral.

A operação reúne equipes de diferentes unidades especializadas, entre elas Força Tática, Raio, Rotam e Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental e Turística (BPMTur).

Os policiais realizam patrulhamento e abordagens em pontos considerados estratégicos no bairro. Conforme a PM, a mobilização pretende ampliar a presença das forças de segurança e assegurar que o processo eleitoral transcorra sem interferência criminosa ou qualquer tipo de coação aos eleitores.

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