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Operação Gólgota cumpre 17 mandados de busca contra facção criminosa em Poxoréu

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Dezessete mandados de busca e apreensão expedidos contra integrantes de facção criminosa instalada em Poxoréu (251 km ao sul de Cuiabá), foram cumpridos pela Polícia Civil, na Operação “Gólgota”, deflagrada nesta quinta-feira (11.04).

A ação resultou na apreensão de uma arma de fogo, grande quantidade de maconha, pasta base e cocaína, munições de diferentes calibres, motocicleta, dinheiro, balança de precisão, rádio comunicadores, celulares e outros objetos.

Seis pessoas foram presas e autuadas em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção de menores, porte ilegal de arma de fogo e munições.

As investigações conduzidas pela Delegacia de Poxoréu visando desarticular uma organização criminosa e identificar indivíduos faccionados, iniciaram há cerca de seis meses.

Durante diligências e averiguações, os policiais civis conseguiram colher indícios que originaram os pedidos de busca e apreensão, deferidos pelo Poder Judiciário.

Diante as ordens judicias, com apoio das equipes de outras delegacias da região e dos cães farejadores do canil da Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram cumpridos os 17 mandados de buscas em diferentes bairros.   

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Conforme o delegado de Poxoréu, Rafael Fossari, os presos são investigados por cometerem diversos crimes na cidade. “A Polícia Civil vem intensificando os trabalhos investigativos de combate as facções criminosas no município”, destacou Rafael. 

Após as confecções dos autos, os presos foram apresentados e colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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