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Operação em VG mira empresários que causaram prejuízo de R$ 640 mil por furto de energia

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A Polícia Civil deflagrou, nessa quinta-feira (7.5), a Operação Circuito Fechado, para fiscalizar 15 estabelecimentos comerciais em Várzea Grande suspeitos de furto de energia elétrica.

Os estabelecimentos, bares, boates estacionamentos e um motel, estão situados nos bairros São Matheus, Eldorado, Canelas, Parque Del Rey e Nova Suíça. Juntos, os comércios geraram um prejuízo patrimonial para a Energisa (concessionária responsável pela distribuição da energia em Várzea Grande) de aproximadamente R$ 640 mil.

Ao todo, 35 policiais civis da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), nove peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e 50 funcionários da Energisa participaram da operação.

A operação resultou na prisão em flagrante de 11 empresários pela prática de furto de energia elétrica qualificado pela fraude.

Além disso, a proprietária de um estabelecimento comercial situado no bairro Nova Suíça também foi autuada pelos crimes de casa de prostituição e exploração sexual de adolescente, visto que foram encontradas duas adolescentes em situação de prostituição no local, consumindo bebida alcoólica e ambas gestantes.

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“As operações de combate ao crime de furto de energia elétrica não objetivam apenas a repressão de um crime patrimonial, mas representam o cuidado com a sociedade, já que o furto de energia elétrica representa risco concreto de incêndio, os quais podem ser fatais. Ademais, se o trabalhador de baixa renda é obrigado e se esforçar para pagar a energia elétrica todo mês, é inadmissível que o empresário dê calote na empresa e no Estado. Outrossim, durante as diligências policias, outros crimes estão sendo alvos de repressão”, afirmou a delegada Elaine Fernandes Sousa, titular da Derf.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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