POLICIAL
Mutirão de Combate ao Mosquito Aedes aegypti já visitou mais de 3,3 mil imóveis
A Secretaria de Saúde deu pontapé inicial no mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti, no dia 2 de outubro. A ação conta com apoio das Secretarias de Obras e Meio Ambiente e os trabalhos seguem a todo vapor. Até o momento as equipes de endemias já visitaram um total de 3.388 imóveis, com foco em identificar e eliminar criadouros do mosquito transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.
Durante essas inspeções, foram já encontrados e eliminados um total de 362 focos do Aedes aegypti, demonstrando a importância dessa ação preventiva para a saúde pública. As equipes já percorreram os bairros Jardim Violetas, Oliveiras I e II e Boa Esperança, onde aplicaram medidas de controle e orientação à população.
Atualmente, os trabalhos estão concentrados no bairro Jardim Imperial e serão finalizados no Jardim Celeste, garantindo que toda a região seja abrangida por essa importante ação de combate ao mosquito. A secretaria de Obras está fazendo o recolhimento de entulhos e a de Meio Ambiente está realizando limpeza das áreas institucionais que ficam nestes bairros contemplados com mutirão.
De acordo com os dados epidemiológicos, de janeiro a setembro foram 2.926 notificações, deste total 402 casos de dengue foram confirmados, três deles evoluíram para grave, um óbito registrado, 11 casos confirmados de Chikungunya e 22 em investigação. O coordenador de endemias Alef de Souza Costa, enfatiza a importância de cada um ser um agente em sua casa.
“O combate ao Aedes Aegypti é uma responsabilidade de todos, e o mutirão no município demonstra o compromisso do poder público em manter a população segura. A Prefeitura de Sinop continuará trabalhando incansavelmente para proteger a saúde de seus munícipes”, ressaltou o coordenador.
Vale ressaltar a importância dos moradores receberem os agentes em suas casas, lembrando que todos usam uniformes e crachá de identificação, além disso em caso de dúvidas pode entrar no site da prefeitura e ver as fotos com nome e matrícula de cada servidor, ou entrar em contato pelo fone 66 9994-8559 para tirar dúvidas.
Fonte: Prefeitura de Sinop – MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

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