POLICIAL
Mulher que atuava com comércio de drogas em Confresa é presa pela Polícia Civil em Confresa
A suspeita de 38 anos foi autuada em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições.
As diligências iniciaram após os policiais da Delegacia de Confresa receberem informações sobre uma mulher que realizava o comércio de drogas no bairro Vila Nova. Com base na denúncia, os policiais realizaram monitoramento na região, identificando uma suspeita, que utilizava uma motocicleta Honda Biz e constantemente era vista conversando com usuários.
Durante acompanhamento da investigada, foi identificada a residência onde ela morava e também atuava com o comércio de entorpecentes. Em frente a casa, os policiais encontraram um usuário, que confirmou que há vários dias, ia ao local para comprar drogas.
Quando a suspeita apareceu do lado de fora da residência, os policiais realizaram a sua abordagem. Logo na sala da casa, os policiais encontraram uma sacola com várias porções de entorpecentes já embaladas para venda, além de uma munição intacta calibre 38.
Questionada, a suspeita confessou que a droga era de sua propriedade e que havia outras porções de crack e de maconha, no quarto da sua filha. Em continuidades as buscas na residência, foram encontradas porções de pasta base, maconha e uma faca utilizada para dividir o entorpecente.
No mesmo local, foi encontrado diversas notas de dinheiro trocado (nos valores de R$2, 5, 10, 20 e 100) característico da atividade tráfico, além de mais drogas embaladas em porções pequenas, uma cartela de munição calibre 38 e outra munições soltas, além de um revólver calibre 38 que estava escondido debaixo do guarda-roupas.
A suspeita confessou a atuação com o comércio de drogas, inclusive que atuava na modalidade “delivery”, utilizando a motocicleta Honda Biz, para realizar a entrega do entorpecente. Diante dos fatos, ela foi conduzida à Delegacia de Confresa, onde após ser interrogada foi autuada em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

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