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Membro de facção envolvido em homicídios em Sorriso é preso pela Polícia Civil no Pará

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Um faccionado, considerado de alta periculosidade e envolvido em crimes de homicídios, sequestro, tortura e tráfico de drogas em Sorriso, teve o mandado de prisão preventiva cumprido, nesta quarta-feira (10.9), em ação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso e do Pará.

Com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Sorriso, o suspeito foi localizado e preso no município de Castelo dos Sonhos, no Pará.

Apontado como integrante de uma facção criminosa atuante em Sorriso, o suspeito teve o envolvimento identificado em dois homicídios consumados e um tentado na região. Ele estava com dois mandados de prisão em aberto pelos crimes.

Um dos homicídios, que teve como vítima Rone Gomes dos Santos, de 36 anos, ocorreu no dia 4 de agosto deste ano. Na ocasião, a vítima foi alvejada com diversos disparos de arma de fogo no bairro Morada do Bosque, em Sorriso.

Ele também é investigado por uma tentativa de homicídio, que ocorreu no dia 4 de abril deste ano, em uma residência no bairro Mario Raiter. Na ocasião, a vítima, de 31 anos, foi chamada até a porta e, após conversar com os suspeitos, foi alvejada por dois disparos de arma de fogo. A vítima foi socorrida ao Hospital Regional de Sorriso e conseguiu sobreviver aos ferimentos.

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As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que o criminoso também teve participação em um terceiro homicídio ocorrido no município. Além desses crimes, o suspeito está envolvido em diversos outros crimes, como sequestro, tortura e tráfico de drogas.

Durante as investigações para localização do foragido, os policiais da Delegacia de Sorriso descobriram o possível paradeiro dele na cidade de Castelo dos Sonhos.

Após a troca de informações entre as Polícias Civis dos dois estados, foi possível localizar o criminoso, que estava se escondendo no município paraense.

Após ter o mandado de prisão cumprido, o preso foi encaminhado à Delegacia de Castelo dos Sonhos para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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