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Mato Grosso: PRF encerra Operação Finados 2023

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Às 23h59 de ontem, domingo (05), a Polícia Rodoviária Federal concluiu a Operação Finados 2023. Com início na última quarta-feira (01), a operação contou com efetivo mobilizado em pontos críticos – onde há maior incidência de infrações e acidentes – para coibir atitudes proibidas ao volante, a fim de oferecer conforto para motoristas e passageiros.

Aliado a outros fatores, o esforço operacional da PRF contribuiu para alcançar importante redução nos índices de acidentalidade (em comparação com o último feriado prolongado, o de Nossa Senhora Aparecida): foram contabilizados 32 acidentes (25,5% a menos) que resultaram em 26 pessoas feridas (50% a menos) e 4 mortes (queda de 42,8%).

O trabalho da PRF durante a Operação Finados 2023 contou com um incremento nas equipes de policiais: aproximadamente 500 agentes estiveram estrategicamente distribuídos ao longo dos 5 mil km de rodovias federais do estado. Ao final dos 5 dias compreendidos na operação, 297 condutores foram flagrados realizando ultrapassagens em locais proibidos e 133 condutores ou passageiros flagrados sem o uso cinto de segurança, além de 16 ocasiões nas quais crianças eram transportadas sem o uso devido da “cadeirinha”.

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No mesmo período, os policiais abordaram 4.529 veículos e 4.393 pessoas. Nestes, foram realizados 2.051 testes de alcoolemia e aplicadas 35 autuações por dirigir sob influência de álcool. 

Ainda, foram registrados 1.521 imagens com radar de velocidade durante 59 horas de operação do aparelho. O radar com registro de imagem realiza uma captura fotográfica do veículo ao ser identificado o excesso de velocidade.

Balanço da Operação Finados 2023 (comparativo com a Operação Nossa Senhora Aparecida 2023):

 Aparecida 2023 (11 a 15/10) Finados 2023 (01 a 05/11)
Acidentes 43 32
Feridos 52 26
Mortos 7 4

Fonte: PRF – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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