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Investigado por estuprar irmã da esposa, de 11 anos, é preso pela Polícia Civil

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Comodoro (630 km de Cuiabá), deflagrou, nessa quarta-feira (13.8), a Operação Shield Play, que resultou na prisão preventiva de um homem, de 34 anos, suspeito de cometer o crime de estupro de vulnerável contra uma criança de apenas 11 anos de idade.

O investigado foi preso em sua residência, na zona rural de Nova Lacerda (545 km de Cuiabá), onde também foi cumprido um mandado de busca e apreensão domiciliar.

A investigação teve início após a Polícia Civil receber uma denúncia de que o suspeito abusava sexualmente da vítima, inclusive conjunção carnal. A criança é irmã de criação da atual esposa do acusado, o que facilitava a convivência e o acesso à vítima.

Segundo os relatos colhidos durante a apuração, a criança era constantemente ameaçada pelo suspeito, que dizia que a mataria caso contasse a alguém sobre os abusos.

Diante da gravidade dos fatos e das provas reunidas, o delegado Ricardo Marques Sarto representou pela prisão preventiva do investigado, que foi deferida pelo juízo da Comarca de Comodoro.

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Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam um aparelho celular na residência do suspeito, que será submetido a perícia para identificação de possíveis provas adicionais.

Após os procedimentos legais na delegacia, o homem foi encaminhado à Cadeia Pública de Comodoro, onde aguardará audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça.

“A Polícia Civil reforça seu compromisso com a proteção de crianças e adolescentes e destaca a importância da denúncia para o combate a crimes dessa natureza”, frisou o delegado de Comodoro, Ricardo Marques Sarto.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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