POLICIAL

Investigação da Polícia Civil resulta na condenação a mais de 577 anos de reclusão de autores de latrocínio

Três réus pelo latrocínio de quatro trabalhadores de Campo Novo do Parecis, em novembro do ano passado, nesta quarta-feira (19.06), pela Justiça a penas, que somadas, ultrapassam 500 anos de reclusão. A investigação que resultou nesse julgamento foi feita pela Polícia Civil, sob a condução da Delegacia de Campo Novo do Parecis.

O inquérito apurou a participação de quatro adultos e três adolescentes no crime. Com base nas investigações, o Ministério Público Estadual denunciou também Antônio Marcos Diedrich pelos mesmos crimes, mas o processo foi desmembrado por ele se encontrar foragido.

A decisão do juiz da comarca do município, Bruno César Singulani França, definiu a pena final de 180 anos e oito meses de prisão para Henrique Alves de Oliveira e Kauã Maxuel Ramos Benitez, cada um. Já o outro réu, Pablo Gabriel Gonçalves, foi sentenciado em 216 anos de reclusão.

Eles foram julgados pelos crimes de roubo seguido de morte (quatro vezes), roubo circunstanciado em concurso de pessoas, restrição de liberdade e grave ameaça; extorsão (quatro vezes) e corrupção de menores.

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O crime

A Polícia Civil apurou que na madrugada de 15 de novembro de 2023, sete pessoas invadiram um alojamento onde as vítimas dormiam e as fizeram reféns. Depois, as amarraram e torturaram para que fizessem transferências via Pix para os suspeitos.

Em seguida, os criminosos colocaram as vítimas no porta-malas de dois veículos, um Chevrolet Onix e uma caminhonete vermelha, e as levaram até o Rio do Sangue, onde quatro delas foram executadas. Uma das vítimas, fingiu que foi atingida para escapar da ação dos criminosos e após eles saírem do local, andou por cerca de cinco quilômetros até conseguir pedir por ajuda.

Cinco pessoas envolvidas no latrocínio foram presas em flagrante em ação ininterruptas realizadas pelas equipes da Polícia Civil e Polícia Militar, logo após o crime.

As vítimas assassinadas foram identificadas com Daniel Budoia, 34 anos; Franklyn Eduardo Albuquerque Oliveira, de 21 anos; Rafael Santos Lessa, 31 anos e João Paulo Campos Serra, de 33 anos. Outras três vítimas, de 22, 26 e 30 anos foram vítimas de tentativa de latrocínio e extorsão.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Polícia Civil prende homem investigado pelo crime por estupro de vulnerável em Alto Garças

A Polícia Civil, por intermédio da Delegacia de Polícia de Alto Garças, cumpriu, nesta quinta-feira (25.6), um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem, de 50 anos, investigado pelos crimes de estupro de vulnerável. A ordem judicial foi expedida pela 1ª Vara Cumulativa da Comarca de Pontal, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

De acordo com as investigações, o suspeito é acusado da prática reiterada do crime de estupro de vulnerável, em continuidade delitiva, tendo como vítima sua própria filha. Conforme consta nos autos, a vítima procurou as autoridades em janeiro de 2018, quando tinha 17 anos, relatando que os abusos teriam iniciado quando ela possuía 13 anos de idade, situação que, em tese, perdurou por aproximadamente quatro anos.

Após tomar conhecimento do mandado judicial, a equipe da Delegacia de Alto Garças iniciou diligências com o objetivo de localizar o investigado. Durante os trabalhos investigativos, os policiais apuraram que ele residia e trabalhava em uma propriedade rural no município.

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Com base nas informações levantadas, os policiais civis localizaram o suspeito em uma fazenda na zona rural de Alto Garças, onde foi efetuada sua prisão sem intercorrências.

Após a captura, o investigado foi conduzido à unidade policial para a adoção das medidas legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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